quinta-feira, 6 de março de 2014

A maioria já sabe que "The Last of Us", aclamado exclusivo do PlayStation 3, receberá uma adaptação para os cinemas. A novidade da vez é que este filme está sendo produzido em conjunto com o Screen Gems, filial da Sony Pictures. Dentre os recentes trabalhos do estúdio estão "Carrie, a Estranha", "Os Instrumentos Mortais: Cidade dos Ossos" e o último "Resident Evil".

Os envolvidos no projeto são Evan Wells e Christophe Balestra (da Naughty Dog), Neil Druckann e Bruce Staley (diretores do jogo) e Sam Raimi, que dirigiu a famosa trilogia do Homem-Aranha. Segundo o Deadline, o roteiro não contará com os acontecimentos do DLC Left Behind.

Ainda não há informações de quando o longa chegará.

domingo, 9 de fevereiro de 2014


Pennywise é uma criatura que pode mudar de forma, ler pensamentos, estar em mais de um lugar ao mesmo tempo e possivelmente causar câncer nas pessoas.

Pennywise apareceu na Terra há muitos séculos, em um evento cataclismático, similar a uma colisão de um asteroide, em um lugarzinho que futuramente seria Derry, no estado do Maine. Aparentemente, Pennywise esperou milhões de anos em silêncio até o aparecimento dos humanos (O que de alguma forma ele sabia que iria acontecer). Desde então ele acorda em ciclos de 25 a 30 anos, e caça crianças, atraindo-as como um simples palhaço para depois devorá-las.

De acordo com o próprio Pennywise, ele prefere crianças porque os medos de uma criança são mais fáceis de tomar uma forma física e consequentemente é mais fácil de assustá-las (diferente de adultos, que tem medo de coisas mais sem forma, como falência, solidão, o que vem após a morte, etc). Para Pennywise, deixar a criança assustada antes de devorá-la equivale a "temperar a carne". Os ciclos da Coisa são conhecidos por serem extremamente violentos, mas as pessoas acabam se esquecendo disso devido a influência que a Coisa tem sobre o povo e a cidade de Derry.

Sexy sem ser vulgar
A coisa possui um rival, conhecido como "A Tartaruga", outra entidade superior que criara o Universo em que vivemos, mas que tanto a Coisa quanto a Tartaruga são seres criados por outra entidade maior, conhecida como "O Outro". A Coisa e a Tartaruga são eternos inimigos, já que a primeira é a forma da destruição, enquanto a segunda representa a criação.

Apesar de serem praticamente idênticos e opostos, a Coisa considera-se um ser superior, acreditando que seu rival é "quase tão superior quanto ele" e os humanos são meros brinquedos.

"The Fly", o conto escrito pelo escritor e jornalista britânico George Langelaan, saiu em 1957. No ano seguinte, a primeira adaptação (A Mosca da Cabeça Branca) chegava às telonas. Esta recebeu duas continuações e a trilogia se saiu relativamente bem em crítica e público. Mas foi somente em 1986 que a tal mistura entre horror e sci-fi chegaria ao seu limiar, passando pelas perturbadas mãos de David Cronenberg.

O físico Seth Brundle está a desenvolver uma máquina que fará do teletransporte uma realidade. Em uma festa que reúne diversos cientistas ele conhece Veronica, jornalista que o acompanhará em suas experiências. Porém, após alguns problemas e goles, o físico deixa de colocar objetos na máquina e entra nela por conta própria. O que ele não esperava era que uma mosca se juntasse nesta empreitada.

O roteiro é muito bem escrito, com um plot que caminha de forma interessante e que não se dá ao desprazer de ficar explicando demais. Até porque trata de assuntos científicos muito extensos e complexos, onde qualquer objeção poderia ou criar muitas dúvidas ou tomar um tempo que no fim seria dispensável. Charles Edward Pogue e Cronenberg fizeram uma história na medida certa, sem precisar pôr nem tirar nada.


Uma das poucas críticas que tenho em relação à direção é a fraca construção da relação entre os personagens. Em alguns momentos, há uma profundidade absurda no relacionamento entre Seth e Veronica, em outros, chega a ser inacreditável a atitude (ou a ausência dela) de determinado personagem. Mas isso não ofusca a genialidade de Cronenberg ao dirigir todas as outras cenas, com destaque a uma das últimas sequências, que desperta - de uma vez só - nojo, sensibilidade e até reflexões existencialistas.

E por falar em nojo, não é uma boa comprar aquele sanduíche da esquina ou uma pipoca para mastigar durante o filme. A maquiagem é tão violenta que o trabalho de Chris Walas e Stephan Dupuis rendeu um Oscar, a metamorfose de Seth é tão assustadora quanto bem detalhada. As atuações não seguem lá a mesma qualidade, mas conseguem convencer, Geena Davis cai até bem como uma Ripley do laboratório.


Portanto, "A Mosca" é um excelente filme e merece tomar aquela sua horinha e meia de puro tédio. Talvez ele não seja um dos melhores filmes em efeitos especiais ou som, mas transpõe sua premissa de forma absurda, chegando a abordar temáticas que poucos esperariam durante a projeção.
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